Vereadora da Educação congratula-se com reconhecimento do mérito na Maia

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A vereadora da Educação da Maia, Emília Santos, congratula-se com as classificações, em geral, em que as escolas da Maia surgem no ranking nacional.

Colégio Novo da Maia foi o melhor estabelecimento de ensino do concelho, quer no 3º ciclo, quer nas classificações relativas ao Secundário, no ranking das melhores escolas elaborado pela Agência Lusa (divulgada pelo JN e que serviu de base a esta notícia).

Em segundo lugar ficou a Escola Secundária da Maia, surgindo depois a Escola Básica de Gueifães e a Escola Básica e Secundária de Águas Santas.
A nível nacional, a grande maioria das escolas continuou em terreno positivo, no que toca às médias alcançadas nos exames do 9º ano e do ensino secundário. Os rankings continuam a ser liderados pelos estabelecimentos de ensino privados.

Emília Santos, vereadora da Educação e Ciência, não é contra os rankings de escolas, apenas considera que se devem esclarecer melhor os pais acerca da sua interpretação. Mas, em geral, congratula-se com as classificações em que as escolas da Maia surgem.

A vereadora reconhece que “qualquer ranking tem aspetos positivos e negativos. É sempre uma motivação e motivo de orgulho para quem fica bem posicionado. Quem não fica bem posicionado pode desmotivar, é verdade. Mas isso não nos deve abandonar a política dos rankings. Deve-nos, isso sim, explicar às pessoas como se analisam os rankings. Ou seja, se os encarregados de educação souberem ler os rankings, sabem os motivos de algumas escolas estarem bem posicionada e outras não”.

Assim, no caso da Maia, diz Emília Santos, “as escolas estão genericamente bem posicionadas porque há uma política virada para a Educação. A Autarquia, os técnicos, a comunidade escolar, todos estão comprometidos com um futuro virado para elevador social educativo. Acho que isso deve vir ao de cima. Por isso defendo os rankings: para que o mérito seja reconhecido”.

Também na Maia, foi um colégio privado a ficar melhor classificado. A escola Secundária da Maia aparece a seguir no concelho, nos primeiros 113 lugares do ranking nacional. É um resultado que deve deixar a todos “muito satisfeitos”.

A vereadora aponta que o facto de “uma escola privada ter ficado à frente de uma escola pública, não nos desmotiva. Aliás, é uma tendência nacional. Está relacionada, creio eu, com o facto de as escolas públicas integrarem (e bem) uma percentagem maior de estudantes vindos de famílias carenciadas ou de estudantes com necessidades educativas especiais”.

“Uma coisa é certa: o ambiente educativo na Maia é de excelência e isso deve orgulhar-nos a todos”, conclui Emília Santos em declarações ao Primeira Mão.

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